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domingo, 18 de dezembro de 2011

Museu Municipal de Candelária - RS





Encontrado em Candelária fóssil de dinossauro de mais de 220 milhões de anos


Veja neste vídeo como é difícil fazer algo voluntário sem ajuda ou apoio de órgãos públicos, somente com muita perseverança de fazer o que se acredita, por isso agora temos mais que agradecer a perseverança de Rodrigues, Steffanello e Janete, graças a eles hoje nós temos esta grande riqueza de fósseis e temos também que lembrar o trabalho voluntário destes verdadeiros “voluntários” que se doam de coração por está causa tão importante para nós Candelarienses.

Marcelo Coimbra da Silva/Grupo Gaaia.


 

 

Pesquisadores descobrem pedaço do crânio do dicinodonte, herbívoro do período Triássico 
                           

A descoberta de fragmentos do crânio de um dicinodonte — um ancestral dos mamíferos de mais de 220 milhões de anos — acrescenta mais um fóssil para a lista de Candelária. A cidade do Vale do Rio Pardo tem 27 pontos onde foram encontrados fósseis de 30 espécimes de animais do período Triássico.



Rodrigues e Steffanello fazem expedições quinzenais a regiões como Botucaraí, onde fóssil foi achado Foto: Tiago Gewehr Heinze




                       Veja a reportagem da Gazeta:


O pedaço do crânio de um animal que compõe a fauna mais recente do período Triássico (de 200 a 250 milhões de anos atrás) foi encontrado nos últimos dias nas margens da RSC–287, em Candelária, próximo ao Cerro do Botucaraí, pelos voluntários do Museu Aristides Carlos Rodrigues. Ontem uma equipe da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Ufrgs) analisou o fóssil, que pertence à mandíbula de um dicinodonte jachaleria candeliensis.
Os especialistas acreditam que o herbívoro era dominante nessa região, considerada o ponto mais difícil de coleta de Candelária devido ao terreno íngreme. O biólogo da Ufrgs, Flávio Pretto, afirma que a peça é de excelente qualidade porque tinha traços de boa preservação. Sulcos, poros, canais e poucas deformações do objeto revelam detalhes do fóssil que em muitos casos se perdem com o tempo. “Quanto mais cedo os ossos são enterrados após a morte do animal, mais se preserva o material.”
O material coletado será encaminhado ao Museu Aristides Carlos Rodrigues para catalogação. Ferramentes da espessura de uma agulha serão utilizadas para remover de forma minuciosa a terra e expor toda a superfície do osso. A meta é preservar o maior número de informações da peça.
Durante a análise da equipe da Ufrgs, mais duas costelas foram localizadas. Segundo Pretto, não é possível saber se as peças são todas do mesmo animal. “O trabalho é lento. Encontramos partes isoladas. É possível que os ossos tenham sido trazidos pela foz de um rio que estava localizado próximo ao local.”
Dos ossos encontrados naquele afloramento, Flávio estima que 90% são de herbívoros, característicos de regiões próximas a rios. A outra parte é de anfíbios e carnívoros. Candelária é a única região do Brasil onde já foram encontrados fósseis do período Triássico. Peças semelhantes foram localizadas também na Argentina.
No final de outubro, um bloco com fóssil pertencente a um rincossauro, um animal herbívoro que viveu no planeta entre 220 e 230 milhões de anos atrás, foi encontrado em Vale do Sol, nas margens da RSC–153. Foram identificados um osso de uma das patas e dentes. (fonte  http://www.gaz.com.br/gazetadosul/noticia/318469-fossil_de_dicinodonte_e_encontrado_na_rsc287.html)