Médicos sem Fronteiras!

Médicos sem Fronteiras!
Médicos sem Fronteiras! Doe 30 reais por mês...

Canal do Gaaia no youtube!

Loading...

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Começando o projeto do Parque Estadual ou Federal.Morro do Botucaraí.Desflorestamento e o desmatamento sufoca o Botucaraí.

Começando o projeto do Parque Estadual ou Federal.Morro do Botucaraí.Desflorestamento e o desmatamento sufoca o Botucaraí.

O desflorestamento ou desmatamento sufoca o Botucaraí.


Desflorestamento ou desmatamento é o processo de destruição das florestas através da ação do homem. Ocorre, geralmente, para a exploração de madeira, abertura de áreas para a agricultura ou pastagem para o gado.A queimada ilegal é o processo mais utilizado para o desflorestamento da mata atlântica.O processo de desflorestamento ocorre a milhares de anos. Em algumas regiões do mundo, as floresta foram totalmente destruídas. Na Europa e nos Estados Unidos, por exemplo, quase não há mais florestas nativas,e no Brasil existe só 7% da mata Atlântica original,e RS 47% da mata suportam o desflorestamento.

O desflorestamento é altamente prejudicial ao funcionamento dos ecossistemas. Ao eliminar uma floresta, ocorre, ao mesmo tempo, a morte de muitas espécies animais. Isto ocorre, pois várias espécies fazem da floresta o habitat e, obtém nela, o alimento e proteção necessários para a sobrevivência.

A destruição de florestas, principalmente pelo processo de queimada,(para a formação de novas lavouras) também contribui para o desenvolvimento do efeito estufa,mesmo nós aqui não se damos conta que contribuímos negativamente para o aquecimento global,certamente acharemos isso um absurdo; mas então deve ter uma redoma entre nós e qualquer outra parte do Planeta contribui negativamente para o aquecimento global.


Os 7 pontos quadrados na foto,é no topo do Botucaraí;e a seu redor o desmatamento.


No Brasil, o desflorestamento tem ocorrido desde o início da colonização (século XVI). Os portugueses, objetivando o lucro, cortaram e venderam na Europa grandes quantidades de pau-brasil da Mata Atlântica. Atualmente, o desflorestamento ainda ocorre, principalmente, na região da Amazônia. A floresta amazônica tem sido destruída para a retirada de madeiras nobres (para a venda) e também para a abertura de pastagens e áreas agrícolas (principalmente de soja).

O desflorestamento sufoca o Botucaraí,como vemos nas fotos via satélite,no seu entorno deveria ter uma mata com uma boa quantidade de mata,para oferecer para os animais silvestres um habitat no mínimo,com alimentos suficientes,para não precisarem se alimentar nas lavouras que margeiam as matas.

O reflorestamento é uma das soluções para tentar reverter esse quadro tão prejudicial ao meio ambiente. Outra saída é a utilização das florestas de forma sustentável, através de atividades que não visem sua destruição. Neste sentido, podemos citar, como exemplo, a extração vegetal e o eco-turismo.Que pode ser o caso nosso do Botucaraí(transformá-lo em um parque Estadual ou Federal).


Os 7 pontos quadrados na foto,é no topo do Botucaraí;e a seu redor o desmatamento





Para começarmos a pensar no parque o grupo se pergunta, sabemos que prejudicamos todo o ecossistema do Botucaraí e sua flora única no Mundo,sendo ali um local que se deveria ser bem preservado e teríamos que manter a mata em seu entorno bem preservada,intacta;porque não o fazemos.Uma das conseqüências do desmatamento é a destruição e extinção de diferentes espécies. Muitas espécies podem ajudar na cura de doenças, usadas na alimentação ou como novas matérias-primas, são desconhecidas do homem, correndo o risco de serem destruídas antes mesmo de conhecidas e estudadas. Esse bem natural é muito importante para as futuras gerações,para estudos de sua fauna e sua flora,a fauna por exemplo:Quem? subindo o Botucaraí nunca se deparou com uma caranguejeira,uma coral,periquitos que vem da região da serra parra se alimenta de guabiroba,figueiras do mato;tempos atrás falando com pessoas de mais idades que se recordam que vinham,também bandos de papagaio-chorão,onde não vemos mais neste local,só são vistos mais acima para o lado da serra,vimos alguns na Costa do Rio onde até estavam atirando,não sei se era para matar ou para espantar da lavoura;certamente que com o desmatamento haverá um desequilíbrio do ecossistema de toda a cadeia alimentar;daí animais que quase sempre se alimentavam de frutas nativas,não tendo uma quantidade de frutas suficiente parra manter seus filhotes com certeza eles vão recorrer as lavouras,de milho,sorgo,girassol,etc.A tempos atrás falamos sobre o bando de mico que vivem no entorno do Botucaraí,em torno de 30;é raro encontrá-los,eles são bastante difícil de filmar ou fotografar,nenhuma das vezes que conseguimos vê-los e contá-los conseguimos ficar mais de 5 minutos sem sermos vistos,daí aos poucos eles vão se afastando até não conseguirmos mais alcançá-los;o grande problema é que com o passar dos anos fica cada vez mais difícil a sobrevivência deste bando porque;porque as lavouras estão cada vez mais perto do pé do Botucaraí,ficando cada vez mais difícil de procurar alimento,vai ter que se pensar formas de manter esse em pequenas áreas de matas,montando pequenos pomares dentro da mata,pomares nativos(ou não ),tem o problema da consangüinidade,mas para acontecer isso só com corredores ecológicos ou um acompanhamento de um especialista,para introduzir outros machos na área.
O desmatamento sufoca o Botucaraí,conforme vemos nas fotos por satélite,fotos essas que certamente não condiz mais com a atual cituação,com certeza o desmatamento é maior do mostrado nessas imagens. Com certeza o grande problema agora é a trilha que está bastante degradada,que podemos ver bem nas fotos á onde,pedras enormes estão prestes a cair,o aumento do processo erosivo,é muito visível o que leva a um empobrecimento dos solos, como resultado da retirada de sua camada superficial pela a água das chuvas, muitas vezes, acaba por destruir toda á trilha do Botucaraí,com certeza acontecerá outro grande deslizamento,se não for desviada a água e outro detalhes na trilha não forem feitos o mais rápido o possível.

GRUPO GAAIA CANDELÁRIA RS

MARCELO/COORDENADOR.

terça-feira, 25 de maio de 2010

MATA ATLÂNTICA/ Grupo Gaaia Candelária -Rs.


Mata Atlântica em Candelária -RS


  

Deputado disse em discurso que; biólogos falaram que uma área de mata de dois três hectares,não tem nenhuma importância para o ecossistema,não teria fundamento preserva-las,só deixaria o pequeno agricultor com menas terras para plantar. Achei isso um absurdo,temos que prestar bem atenção no que a bancada ruralista quer,eles querem poder mexer nas pequenas matas que há ainda aqui no RS,conseguem manter inúmeras espécies de aves,mamíferos,que vivem junto e ao lado das lavouras aqui na minha região;que utilizam a mata nativa para á reprodução e refugio,meu pai foi agricultor e sabe da dificuldade que é a agricultura, mas poucos pensam como ele,aqui em Candelária,Cerro Branco,Novo Cabrais, Santa Cruz do Sul,enfim,toda essa Região aqui no RS,ela é fumageira,se eles não tivessem um pouco de medo da fiscalização do Ibama,que aqui nem é muito eficaz,já tinham devastado até os morros,para plantar fumo.








Espécies em extinção no Rio Grande do Sul,vivem em pequenos capões de mata nativa,mata ciliar de arroios;se a lei não obrigar a manter estas pequenas áreas de matas que ainda refugiam milhares de espécies da nossa flora e fauna ,desde que começamos a trabalhar na fundação de uma ONG aqui na Cidade,vimos o quanto é importante estes pequenos pedaços de mata,mesmo que não se liguem uns com os outros,mas as aves,os mamíferos como os primatas na dificuldade que é para se alimentarem eles sempre arrumam um jeito,mas com a devastação das arvores frutíferas nativas,fica cada vez mais difícil.



Aqui na região;imagina com o interesse da bancada ruralista,de tornar mais branda a lei;será um massacre sem volta. Pelo amor de Deus,não tornem o código florestal mais brando,fortaleça-o mais,só quem vê o

desmatamento,aqui no interior do RS,e a importância que é uma pequena mata,para a fauna Brasileira,sabe do valor de um código florestal rígido,com desmatamento zero.





Visão do Morro Botucaraí em Candelária RS.

 A mata atlântica originalmente percorria o litoral brasileiro de ponta a ponta. Estendia-se do Rio Grande do Norte ao Rio Grande do Sul, e ocupava uma área de 1,3 milhão de quilômetros quadrados. Tratava-se da segunda maior floresta tropical úmida do Brasil, só comparável à Floresta Amazônica.
O grande destaque da mata original era o pau-brasil, que deu origem ao nome do nosso país. Alguns exemplares eram tão grossos que três homens não conseguiam abraçar seus troncos. O pau-brasil hoje é quase uma relíquia, existindo apenas alguns exemplares no Sul da Bahia.
Atualmente da segunda maior floresta brasileira restam apenas cerca de 5 % de sua extensão original. Em alguns lugares como no Rio Grande do Norte, nem vestígios. Hoje a maioria da área litorânea que era coberta pela Mata Atlântica é ocupada por grandes cidades, pastos e agricultura. Porém, ainda restam manchas da floresta na Serra do Mar e na Serra da Mantiqueira, no sudeste do Brasil.
O aparecimento da Serra-do-Mar e da Mantiquiera datam da separação entre o continente Americano e Africano. No pricípio eram altas montanhas e só com os milhões de anos de erosão conseguiram suavisar essas rochas de formação antiga que sustentam o continente sulamericano. Concomitantemente evoluíram as linhagens de plantas que originaram a Mata Atlântica. Nesta época também desenvolveram-se insetos, aves e mamíferos fazendo com que hoje fauna e flora se combinem rica e complexamente.


PEGADA DE CAPIVARA.

grupo trabalhando.

Área total original: aproximadamente era de 1,3 milhão de km2, agora chega a 7% deste total.

 CARACTERIZAÇÃO DO AMBIENTE EM QUE SE DESENVOLVE A VEGETAÇÃO

 A Mata Atlântica compreende a região costeira do Brasil. Seu clima é equatorial ao norte e quente temperado sempre úmida ao sul, tem temperaturas médias elevadas durante o ano todo e não apenas no verão. A alta pluviosidade nessa região deve-se à barreira que a serra constitui para os ventos que sopram do mar. Seu solo é pobre e a topografia é bastante acidentada. No inteiror da mata, devido a densidade da vegetação, a luz é reduzida.


Há uma importante cadeia de montanhas que acompanham a costa oriental brasileira, desde o nordeste do Rio Grande do Sul até o sul do estado da Bahia. Ao norte as maiores altitudes se encontram mais para o interior do país, mas, nas regiões do norte do estado de Alagoas, todo estado de Pernambuco e da Paraíba, e em pequena parte do Rio Grande do Norte temos altitudes de 500 a 800 metros que estão próximas ao mar. Em São Paulo é conhecida como Serra do Mar e em outros estados tem outros nomes. Sua altitude média fica ao redor dos 900 metros. Em certos trechos é bastante larga, mas em outros é muito estreita. Afasta-se do mar em alguns pontos, se aproximando dele em outros.
Os ventos úmidos que sopram do mar em direção ao interior do continente ao subirem resfriam-se e perdem a umidade que possuem; o excesso condensa-se e se precipita, principalmente nas partes mais altas da serra, em forma de nevoeiro ou chuvas. Assim esses ambientes contém bastante umidade para sustentar as florestas consteiras, densas, com árvores de 20 a 30 metros de altura.Devido a densidade da vegetação arbórea, o sub-bosque é escuro, mal ventilado e úmido. Próximo ao solo existe pouca vegetação, devido à escassa quantidade de luz que consegue chegar aí.
As condições físicas na floresta atlântica variam muito, dependendo do local estudado, assim, apesar de a região estar submetida a um clima geral, há microclimas muitos diversos e que variam de cima para baixo nos diversos estratos. Os teores de oxigênio, luz, umidade e temperatura são bem diferentes dependendo da camada considerada.
Em certos pontos da floresta chega ao solo 500 vezes menos luz do que nas copas das árvores altas. A temperatura também varia bastante, as copas das camadas superiores se aquecem durante o dia, porém perdem calor rapidamente a noite. Ao contrário nas camadas inferiores, a tempratura varia muito pouco, já que as folhas funcionam como isolante térmico. Nas camadas mais altas, mais expostas, a ventilação tem valores consideravelmente maiores que nos andares inferiores da mata. Em resumo, os microclimas nos diversos andares de uma floresta pluvial podem ser muito diferentes, embora o clima geral (macroclimas) seja um só. O que interessa, naturalmente, a cada espécie e a cada indivíduo, não é o clima geral da região em que se encontra a floresta, e sim o clima ao qual ele faz parte; o importante é o clima a que ele (indivíduo) ou ela (espécie) estejam sujeitos (microclima).




Os solos da floresta são, via de regra, pobres em minerais e sua natureza é granítica ou gnáissica. A maior parte dos minerais está contida nas plantas em vez de estar no solo. Como há no solo muita serrapilheira que origina abundante húmus, existem microorganimos de vários grupos os quais decompõem a matéria orgânica que se incorpora ao solo. Esses minerais uma vez liberados pela decomposição de folhas e outros detritos, são prontamente reabsorvidos pelo grande número de raízes existentes, retornando ao solo quando as plantas ou suas partes (ramos, folhas, flores, frutos e sementes) caem. Fecha-se, assim, o ciclo planta-solo, que explica a manutenção de florestas exuberantes, em solos nem sempre férteis, às vezes paupérrimos (como é, muitas vezes, o caso de florestas da Amazônia).






No entanto, o desmatamento leva a um rápido empobrecimento dos solos, já que as águas da chuva levam os minerais e os carregam para o lençol subterrâneo (lixiviação). Esses solos por esse motivo normalmente não se prestam à agricultura, a menos que sejam enriquecidos anteriormente. Muito frequentemente são de composição argilosa e após desmatamentos sofrem erosão rápida ou então endurecem, formando crostas espessas de difícil cultivo. É porisso que a queimada de uma floresta tropical empobresse rapidamente o solo já que as águas da chuva carregam os sais minerais ao lençol subterrâneo.






DESCRIÇÃO DOS ASPECTOS FISIONÔMICOS, ESTRUTURAIS E FLORÍSTICOS DA FLORESTA ATLÂNTICA

Esse tipo de formação florestal recebe várias denominações: floresta latifoliada tropical úmida de encosta (segundo a classificação de Andrade-Lima), mata pluvial tropical (segundo Romariz) e mata atlântica (denominação mais geral). É claro que todas estas denominações são corretas. O que interessa é saber interpretá-las. A expressão de Andrade-Lima é a mais complexa. Está indicando que se trata de floresta sempre verde, cujos componentes em geral possuem folhas largas, que é vegetação de lugares onde há bastante umidade o ano todo, e, finalmente, que é vizinha da costa ou acompanha a costa. Na expressão de Romariz, sabe-se que se trata de floresta cujos os componentes tem folhas largas, é mata dos trópicos úmidos e vive em encostas. Os autores que usam a expressão mata atlântica estão indicando sua vizinhança com o Oceano Atlântico. E desta vizinhança decorre a umidade transportada pelos ventos que sopram do mar. Como consequência dessa umidade surge a possibilidade de terem seus componentes, na maioria, folhas largas. E, ainda, esta umidade constante, aliadas às altas temperaturas é que garante o caráter de vegetação perenifólia (cujas folhas não caem antes de as novas estarem já desenvolvidas), pois a queda periódica das folhas de certa vegetação é determinada ou pela falta de água (seca física - queda de folha na caatinga) ou pelas temperaturas muito baixas que impedem a absorção da água embora ela esteja presente (.seca fisiológica - queda das folhas nas matas de climas temperados).
Portanto por receber muita energia radiante e pelo alto índice de pluviosidade, trata-se de uma floresta exuberante, de crescimento rápido, e sempre verde, ou seja, as folhas não caem.
Calcula-se que na Mata Atlântica existam 10 mil espécies de plantas que contém uma infinidade de espécies de cores, formas e odores diferentes. Nela se encontra jabuticabas, cambuás, ingás, guabirobas e bacuparis. Plantas como orquídeas, bromélias, samambaias, palmeiras, pau-brasil, jacarandá-da-bahia, cabreúva, ipês, palmito.



palmeira ou coqueiro.

Na Mata Atlântica convivem lado a lado desde árvores grandiosas como o jequetibá, figueiras e guapuruvas e até líquens, musgos e minúsculas hepáticas. Existem muitas espécies de árvores com troncos duros e pesados, uma grande quantidade de cipós se apóiam nas árvores. Encontram-se no chão da mata uma grande quantidade de fungos, plantas saprófitas, sementes e plântulas.
A Floresta Atlântica é semelhante fisionomicamente e em composição florística à Floresta Amazônica. São igualmente densas, com árvores altas em setores mais baixos do relevo, apesar de as árvores amazônicas apresentarem em média um maior desenvolvimento. Os troncos são recobertos por uma grande diversidade de epífitas que é um aspecto típico dessas florestas. A existência de grupos semelhantes de espécies entre a Amazônia e a Mata Atlântica sugere que essas florestas se comunicaram em alguma fase de sua história. Certos contrastes diferenciam a Floresta Amazônica da Mata Atlântica; a primeira é em geral de planície e a segunda, de altitude. Suas temperaturas médias discrepam, do ponto de vista vegetacional.Quanto mais distante a Mata Atlântica estiver do equador, mais ela se difere da vegetação amazônica devido ao abaixamento da temperatura. Na Floresta Amazônica, as temperaturas médias são elevadas todo ano, em torno de 26-27° C, indo a máxima absoluta a 38,8° C e a mínima absoluta a 22° C, o que faz do seu clima uma constante quente durante todo ano. Já na Mata Atlântica, as temperaturas médias variam 14-21° C, chegando a máxima absoluta 35° C para menos, não passando a mínima absoluta de 1° C (embora, no Sul, possa cair até -6° C).
A Floresta Atlântica guarda, apesar de séculos de destruição, a maior biodiversidade por hectare entre as florestas tropicais. Isso é devido a sua distribuição em condições climáticas e em altitudes variáveis, favorecendo a diversificação de espécies que estão adaptadas às diferentes condições topográficas de solo e umidade. Além disso, durante as glaciações essas florestas mudaram de área nos ciclos climáticos secos e úmidos. O estudo dos grãos de pólen depositados nos sedimentos atestam que a América do Sul passou por mudanças climáticas que provocaram retração e expansão das formações vegetais há milhões de anos. As flutuações climáticas produziram períodos mais secos, com nível do mar abaixo do atual e retração das florestas e expansão dos cerrados. Portanto nos últimos milhares de anos a geologia não mudou, mas o clima variou entre as glaciações, ou seja, as águas quando congelavam nos polos abaixavam os níveis dos oceanos e chovia pouco. Nas interglaciações o tempo esquentava, o mar aumentava de volume e chovia abundantemente. Isso fez com que as florestas tropicais que vivem de umidade e calor passassem por momentos de incubação e outros de exuberante beleza. Nessa época a Serra-do-Mar tinha papel importante na sobrevivência da Mata Atlântica já que barrava a umidade vinda do oceano salvando milhares de espécies dependente dessa umidade. Essas mudanças influenciaram na formação dos padrões atuais.
A grande quantidade de matéria orgânica em decomposição sobre o solo dá à mata fertilidade suficiente para suprir toda a rica vegetação. Um solo pobre mantém uma floresta riquíssima em espécies, graças à rápida reciclagem da enorme quantidade de matéria orgânica que se acumula ao húmus. A reciclagem dos nutrientes é um dos aspectos mais importantes para a revivência da floresta.







ADAPTAÇÕES VEGETATIVAS E REPRODUTIVAS DAS PLANTAS DIANTE DA DIVERSIDADE DO AMBIENTE EM QUE SE DESENVOLVEM

As árvores do interior da mata são adaptadas à sombra, desenvolveram grande área foliar a fim de captar o máximo de luminosidade possível nessas condições. Tem espécies que passam toda a vida sombreadas e mesmo assim, são capaxes de produzir flores, frutos e sementes. Muitas árvores são esguias, sem ramos, a não ser na parte superior. É que devido ao sombreamento, os ramos inferiores foram eliminados.
Sobre os troncos das árvores encontram-se dezenas de orquídeas, bromélias, cactáceas, ou seja, epífitas perfeitamente adaptadas a vida longe do solo.Como as epífitas não mantém contato com o solo muitas vezes possuem problemas de nutrição. Nada retiram das árvores apenas buscam uma maior luminosidade e ainda retribuem o abrigo atraindo animais polinizadores, como o beija-flor. Nos troncos onde as águas das chuvas escoam rapidamente, as epífitas tiveram que se adaptar a secas periódicas, mesmo vivendo num ambiente úmido. Bromélias possuem folhas que formam um reservatório de água, na forma de um copo. Nesses reservatórios aquáticos podem viver algas, protozoários, vermes, lesmas e até pererecas constituindo uma pequena comunidade. As orquídeas, cactáceas guardam em suas suculentas flolhas a água que necessitam para a sobrevivência.


                                         bromélia / epífitas


Há plantas que começam como epífitas e terminam como plantas terrestres. Suas sementes germinam sobre forquilhas de ramos ou axilas de folhas, onde foram depositadas por pássaros em suas fezes; suas raízes crescem em torno do caule da hospedeira, em direção ao solo, onde penetram e se ramificam; com seu crescimento em espessura acabam concrescendo umas com as outras formando uma coluna vigorosa, capaz de suportar sua copa, quando a hospedeira, com seu caule asfixiado no interior, morre e se desfaz. O exemplo típico é o Ficus, conhecido como mata-pau. Certas espécies nascem no solo, atingem com seu eixo principal ou com alguns ramos um suporte e nele se fixa; se porventura se desfizer a ligação, por qualquer motivo, com o solo, por exemplo por morte de parte do eixo em contato com ele, essas plantas passam a viver epifiticamente.
Na mata existe uma planta que abriga formigas, a embaúba, a única planta que fora da região amazônica se associa com formigas, enquanto lá os exemplos desta associação são numerosos. A formiga protege a planta contra a ação de predadores e essa árvore serve de abrigo às formigas.



No chão da floresta alguns fungos, as micorrizas, formam-se junto às raízes das árvores onde auxiliam na absorção de nutrientes.




FUNGOS
Plantas saprófitas evoluídas a ponto de dispensar a clorofila, deixando de fazer a fotossítese, vivem a custa de matéria orgânica em decomposição. São plantas esbranquiçadas que crescem em meio as folhas no chão da floresta.
Nesses matas são comuns as raízes tabulares e as raízes de escoras, que são dispositivos para se coletar oxigênio do ar, uma vez que a taxa de oxigênio do solo é pequena. Além disso solos muito úmidos não proporcionam boa fixação, assim as raízes tabulares aumentam a base de sustentação da planta. Devido a densidade da vegetação ser muito grande, os ramos nas copas das árvores se entrelaçam e as plantas assim se suportam reciprocamente e mesmo que os troncos sejam cortados, a árvore não cai por estar presa à copa.

LIQUENS

O chão da floresta é um verdadeiro berçário de plantas recém germinadas ou em vida latente dentro das sementes. Muitas dessas plantas podem passar anos aguardando que uma árvore caia, abrindo uma clareira para que tenham luz suficiente para crescer. Outras suportam até a passagem do fogo das queimadas para depois germinar e auxiliar na cicatrização da floresta. Algumas espécies como os manacás-da-serra e quaresmeiras produzem milhares de minúsculas sementes que o vento carrega e deposita sobre as áreas abertas onde rapidamente crescem fechando as "feridas".


Na floresta temos plantas que emitem odores atraentes ou até mesmo simulando uma fêmea de algum animal com a função de atrair polinizadores, tais como abelhas,vespas, moscas, besouros, borboletas, mariposas, aves ou até morcegos.




Durante o inverno, ipês e suinãs exibem suas flores nos altos das copas ao mesmo tempo em que derrubam todas as folhas, tornando as flores visíveis a seus polinizadores a longa distância. Algumas espécies produzem suas flores junto aos troncos onde abelhas e outros polinizadores no interior da mata podem encontrá-las com mais facilidade.

Há plantas que abrem ao entardecer no mesmo período de atividade de seus polinizadores, tais como pequenos morcegos.

Na dispersão das sementes tem plantas que produzem frutos ou sementes com asas ou longos pelos, valendo-se dos ventos para distribuí-las. Ourtas produzem frutos explosivos, que ao secarem lançam suas sementes à longas distâncias. Diversas plantas produzem frutos suculentos e coloridos que se prestam à alimentação de vários animais. Depois da digestão, estes seres defecam as sementes prontas para germinar.

As folhas são muitas vezes brilhantes, recorbertas por cera, tendo superfícies lisas e pontas em forma de goteira. Todas essas características facilitam o escoamento da água das chuvas impedindo sua permanência prolongada, o que seria inconveniente sobre a superfície foliar porque pode obstruir estômatos, além de servir para, em suas gotas, se desenvolverem microorganismos que podem determinar doenças. Outros mecanismos são conhecidos tais como: caules e folhas pendentes, folhas de limbo em pedúnculos delgados e longos, que se curvam ao peso da água fazendo com que a ponta do limbo se incline para baixo, o que determina o escoar da água por ação da gravidade e com isso o peso do limbo diminui e volta à posição anterior.

A SITUAÇÃO ATUAL DESSA FORMAÇÃO VEGETAL NO BRASIL DO PONTO DE VISTA DA PRESERVAÇÃO DE ESPÉCIES VEGETAIS E ANIMAIS
Um dos motivos para preservar o que restou da Mata Atlântica é a rica biodiversidade, ou seja, a grande variedade de animais e plantas. Calcula-se que nela existam dez mil espécies de plantas, sendo 76 palmeiras, 131 espécies de mamíferos, 214 espécies de aves, 23 de marsupiais, 57 de roedores, 183 de anfíbios, 143 de répteis e 21 de primatas. Dentre estes animais estão vários morcegos destacando-se uma espécie branca. Dos símios destacam-se o muriqui, que é a maior e mais corpulenta forma de macaco tropical, e o sauí-preto que é o mais raro dos símios brasileiros. Habitam também a mata diferentes sagüis, os sauás, os macacos-prego e o guariba que está se extinguindo. Dos canídios, o cachorro-do-mato é um dos predadores mais comum juntamente com o guaxinim, o coati, o jupurá, os furões, a irara, o cangambá, e felinos, como gatos-do mato que se alimentam de animais como o tapiti, diferentes ratos-do-mato, caxinguelês, cotias, ouriço-cacheiro, o raro ouriço-preto, etc.

caxinguelê

      
ouriço-cacheiro

caxinguelê

                                                                                
Ocorrem também na mata tamanduás-mirins, preguiças, e tatus, com destaque a preguiça-de-coleira que hoje em dia está tão escassa e já ameaçada de desaparecimento.



garça branca

Entre 1985 e 1990 foram cortadas na Mata Atlântica 1.200.000.000 árvores. Apesar disso, a Mata Atlântica conserva sua importância em termos biológicos. O recorde mundial de diversidade de árvores pertence a uma área no sul da Bahia onde os botânicos registraram 450 tipos de árvores num único hectare, sendo que a maior parte deste imenso patrimônio era desconhecido. Ainda se tiram centenas de ervas medicinais e aromáticas para serem comercializadas tanto dentro do Brasil como com outros países.

O mico-leão dourado é uma das espécies mais ameaçadas do mundo. Ele só é encontrado em uma pequena área de Mata Atlântica no Rio de Janeiro. Para evitar sua extinsão, é preciso garantir habitat suficiente para abrigar uma população de 2000 animais até o ano 2025.

Devido a grande devastação dessa mata quase 200 espécies estão ameaçadas de extinção fora aquelas que já se extinguiram, metade das espécies vivas hoje poderá estar extinta até o final do próximo século.

Hoje a maioria da área litorânea que era coberta pela Mata Atlântica é ocupada por grandes cidades, pastos e agricultura. Porém, ainda restam manchas da floresta na Serra do Mar. Aí ainda é possível ver o jequitibá-rosa, o gigante da floresta, as flores roxas das quaresmeiras e até alguns sobreviventes do pau-brasil. Embaixo das árvores, há pequenas árvores, arbustos e palmeiras, cobertos de bromélias e orquídeas. Encontramos morcegos, marsupiais, como o gambá e a cuíca; vários tipos de macacos; répteis como os lagartos, jabutis, cágados e cobras; as lindas borboletas que ainda não foram transformadas em quadros para turistas, e uma rica variedade de aves.

bromélias.epífitas




Algumas dados foram retirados dos seguintes livros:

FERRI, Mário Guimarães Ecologia: temas e problemas brasileiros Editora Itatiaia São Paulo
RIZZINI, Carlos Toledo, Ecossistemas Brasileiros





Não temos outro interesse a não ser ajudarmos a defender a natureza!
 Fauna!

Enquanto muitos são espécies ameaçadas ou seriamente ameaçadas exigindo assim a proteção humana para a sobrevivência. Percebendo os efeitos nocivos do nosso desenvolvimento humano no ambiente da nossa fauna brasileira, mas nós já criamos quadros legais e institucionais para proteger tanto espécies de fauna quanto da  flora. 
A extinção propriamente dita, é gravemente cometida através da promulgação de leis municipais sobre o meio ambiente, onde a dita municipalização dos licenciamentos levam a extinção silenciosa de animais selvagens, agravam a poluição,  prejudicam os parques nacionais e as agências de avaliação de impacto ambiental  consedem e assinam . Ao nível dos tratados internacionais e convenções pertinentes sobre a conservação ambiental, a proteção de espécies ameaçadas de extinção foram adoptadas e implantadas mas só no papel. Já a Educação Ambiental  na escola começaria a consientizar desde sedo sobre de sistemas hidrológicos, de proteger o solo, descutindo a instabilidade climática, os recursos renovável e a diversidade biológica,  como manter o equilíbrio natural do meio ambiente, promovendo o turismo de observação de animais, criação de oportunidades de emprego, tecnologia e educação. Marcelo/Grupo Gaaia.

segunda-feira, 24 de maio de 2010

GAAIA group.


Preservation





The preservation depends heavily on the help of farmers who have in their properties, slopes, which would in any way to turn them into fields, so a great place parra leave untouched, so that the fauna is strengthened, thereby strengthening biodiversity site. In future each farmer will be paid to preserve some forest areas; give the GAAIA has new ideas, that among these woods, and is deployed around orchards, groves parra those who will be the sale and consumption of farmers, some (fruit) a excellent source of nutrition parra fauna, including the fruits that fall, are the ones that are recovered from animals, so will be the only way to keep wildlife in small areas of forest, with the imbalance of the climate until the native fruits do not produce the normal amount of fruit and at times inaccurate, not coinciding with the nesting of birds, mammals gestation, so the concern of the group, we know that is how it begins and extinction of species, are disappearing in small areas, then other until they reach the ultimate extinction.



I think that no farmer will put the blame on animals, because they have to preserve certain amount of native forest, hillsides, riparian vegetation on their properties. But expectations are good, what I see on some properties is that in any way the owners no longer hunt or take any wild animal, with some exceptions, the group already has idea how to begin to resolve, with tighter control used in ammunition blew the game, certainly in the federal police like to monitor points of sales of illegal ammunition, probably coming from Paraguay or Uruguay, and IBAMA also tightening the siege in the creations of animals and traffic.







"Some day we will all have to think about conservation of fauna and flora"



Some reading this sentence-face with a trivial thing, surely they will think differently from now to 30 years or more that come the consequences of years of predation without limit, hence we know to value a tree, an animal, a river, a pond, a sanga, a spring. The group knows that what we designed is not the solution to anything, is just the beginning of an awareness which is expected from everyone, and will have no immediate consequences, but in the future. Someday we have to start. We have already started!



GROUP GAAIA

terça-feira, 4 de maio de 2010

Grupo Gaaia/A Preservação com educação!









Princípios da Preservação e da Educação Ambiental 

Enquanto muitos são espécies ameaçadas ou seriamente ameaçadas exigindo assim a proteção humana para a sobrevivência. Percebendo os efeitos nocivos do nosso desenvolvimento humano no ambiente da nossa fauna brasileira, mas nós já criamos quadros legais e institucionais para proteger tanto espécies de fauna quanto da  flora. 

A extinção propriamente dita, é gravemente cometida através da promulgação de leis municipais sobre o meio ambiente, onde a dita municipalização dos licenciamentos levam a extinção silenciosa de animais selvagens, agravam a poluição,  prejudicam os parques nacionais e as agências de avaliação de impacto ambiental  consedem e assinam . Ao nível dos tratados internacionais e convenções pertinentes sobre a conservação ambiental, a proteção de espécies ameaçadas de extinção foram adoptadas e implantadas mas só no papel. Já a Educação Ambiental  na escola começaria a consientizar desde sedo sobre de sistemas hidrológicos, de proteger o solo, descutindo a instabilidade climática, os recursos renovável e a diversidade biológica,  como manter o equilíbrio natural do meio ambiente, promovendo o turismo de observação de animais, criação de oportunidades de emprego, tecnologia e educação.

                                        

                         

                                         


 


 


  Educação Ambiental 

Linhas de estudo:
- Considerar o ambiente em sua totalidade, ou seja, em seus aspectos
naturais e artificiais, tecnológicos e sociais (econômico, político, técnico,
histórico-cultural e estético);
- Construir-se num processo contínuo e permanente, iniciando na
educação infantil e continuando em todas as fases do ensino formal e não formal;
- Empregar o enfoque interdisciplinar, aproveitando o conteúdo
específico de cada disciplina, para que se adquira uma perspectiva global e
equilibrada;
- Examinar as principais questões ambientais em escala pessoal, local,
regional, nacional, internacional, de modo que os educandos tomem
conhecimento das condições ambientais de outras regiões geográficas;
- Concentrar-se nas situações ambientais atuais e futuras, tendo em conta
também a perspectiva histórica;
- Insistir no valor e na necessidade de cooperação local, nacional e
internacional, para prevenir e resolver os problemas ambientais;

- Considerar, de maneira clara, os aspectos ambientais nos planos de
desenvolvimento e crescimento;
- Fazer com que os alunos participem na organização de suas experiências
de aprendizagem, proporcionando-lhes oportunidade de tomar decisões e de
acatar suas consequências;
- Estabelecer uma relação com os alunos de todas as idades, entre a
sensibilização pelo ambiente, a aquisição de conhecimentos, a capacidade de
resolver problemas e o esclarecimento dos valores, insistindo especialmente
em sensibilizar os mais jovens sobre os problemas ambientais existentes em sua
própria comunidade;
- Contribuir para que os alunos descubram os efeitos e as causas reais
dos problemas ambientais;
- Salientar a complexidade dos problemas ambientais e,
consequentemente a necessidade de desenvolver o sentido crítico e as aptidões
necessárias para resolvê-los;
- Utilizar diferentes ambientes educativos e uma ampla gama de métodos
para comunicar e adquirir conhecimentos sobre o meio ambiente, privilegiando
as atividades práticas e as experiências pessoais.

Quanto a nós seres humanos!

Quanto a nós seres humanos!

 A preservação depende muito da ajuda dos agricultores, que possuem nas suas propriedades; encostas, que de nenhum modo daria para transformá-las em lavouras, sendo assim um excelente local parra deixar intocável,de modo que a fauna se fortaleça;fortalecendo assim a biodiversidade do local. Futuramente cada agricultor será remunerado por preservar algumas áreas de mata.




Dai o Gaaia tenta implantar idéias novas, que junto a essas matas ou ao redor seja implantado pomares, pomares esses que serão utilizados à venda e consumo dos agricultores,mas também sendo algumas frutas uma excelente fonte de alimentação para a fauna e inclusive os frutos que caem são os que mais são aproveitados pelos animais;desta forma será a única maneira de mantermos a fauna em pequenas áreas de mata.


Com o desequilíbrio do clima até as frutíferas nativas não produzem a quantidade normal de frutos e também produzem em períodos diferentes dos normais.Também! o clima está tão irregular que não coincidindo muitas vezes o clima certo com a nidificação das aves, gestação dos mamíferos; por isso a preocupação; sabe-se que é assim que começa e extinção das espécies,vão desaparecendo em pequenas áreas,depois em outras,até chegarem à extinção definitiva.
Penso que nenhum agricultor irá pôr a culpa nos animais, por terem que preservar certa quantidade de mata nativa, encostas,mata ciliar em suas propriedades. Mas as expectativas são boas, o que vejo em algumas propriedades é que de forma alguma os proprietários deixam caçar ou pegar qualquer tipo de animais silvestres; salvo algumas exceções, que basta ter um controle mais rígido das munições usadas para a caça,certamente que a Polícia Federal com o trabalho que faz, logo estourará pontos de vendas de munições clandestinas,provavelmente vindas do Paraguai ou Uruguai;e o Ibama também apertando o cerco nas criações e trafico de animais.
No Brasil o que resta da mata atlântica ocupa 1% do território, mas abriga o maior índice de diversidade vegetal do Planeta, estas matas tem uma longa história biológica, mas uma das suas maiores características sem dúvida é a relação com a água, onde cachoeiras, nascentes,lençóis freáticos,tudo isso está no meio da mata, não encontramos está abundância de água a onde não existe mata,então a relação entre a água e a floresta é uma relação muito íntima, uma não existe sem a outra.As Matas Atlânticas(de baixadas,de encostas,etc.). Foram penetradas, trabalhadas e eliminadas em grandes áreas pelos processos econômicos e sociais,disso resultou um espaço reduzido há menos de 80 mil km² cerca de7% do que foi anteriormente, sendo destruídos aproximadamente 5 milhões de Maracanãs



                                                                                “Chegará o dia em que todos terão que pensar em preservação da fauna e flora”
 

-Alguns lendo esta frase encaram com uma coisa banal, certamente que pensarão diferente daqui à 30 anos ou mais,que chegará as conseqüências de anos de depredação sem limites,dai saberemos dar valor a uma arvore,um animal,um rio,uma lagoa,uma sanga,uma nascente. Sabemos que tudo o que falamos não é a solução definitiva e certa, é apenas o começo de uma conscientização que deverá partir de todos, e terá conseqüências não imediatas, mas futuras. 
Algum dia têm que começar. NÓS JÁ COMEÇAMOS!
Educação Ambiental na Escola!